RN de Mãe com Tuberculose Ativa: Conduta e Prevenção

UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2015

Enunciado

RN Marcos, encaminhado ao alojamento conjunto procedente da sala de parto; nasceu saudável, pesando 3.000g, porém sua mãe, Keyla, de 22 anos, apresentou diagnóstico de tuberculose pulmonar ativa (BAAR +++) e sorologia para HIV negativa dois dias antes do parto. Ela já foi notificada para TB e iniciou tratamento (esquema básico 4 em 1). Sabe-se que o teste tuberculínico não está sendo realizado no momento no Brasil e não há previsão de sua disponibilização. Para o caso de Marcos, a conduta indicada é

Alternativas

  1. A) vacinar com BCG na maternidade e quimioprofilaxia com isoniazida por 6 meses (notificar quimioprofilaxia) com acompanhamento clínico. Não contraindicar amamentação. Keyla deve ficar com máscara tipo 3M e não deve ficar no mesmo ambiente de outras puérperas e recém-nascidos na maternidade.
  2. B) não vacinar até 6 meses e fazer profilaxia com isoniazida por 4 meses. Não contraindicar amamentação. Profilaxia para todos os recém-nascidos da mesma enfermaria na maternidade.
  3. C) apenas vacinar com BCG e acompanhar clinicamente por 6 meses. Amamentação com máscara por 6 meses. Dar alta da maternidade com menos de 24 horas.
  4. D) afastar Marcos de sua mãe até negativar a baciloscopia desta. Contraindicar a amamentação. Vacinar na maternidade com BCG. Dar alta da maternidade com menos de 24 horas.
  5. E) vacinar com BCG na maternidade, solicitar leite humano pasteurizado de um banco de leite para alimentar Marcos, enquanto a mãe estiver recebendo medicações. Isolamento respiratório com máscara em Keyla (para gotículas).

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