HOC - Hospital de Olhos de Conquista (BA) — Prova 2015
Considerando um paciente politraumatizado, com traumatismo craniano, devidamente resgatado e transportado com colar cervical, prancha e máscara com nebulização de oxigênio, Glasgow 7, a primeira medida a ser tomada é:
Politraumatizado com Glasgow ≤ 8 → Prioridade é avaliação e proteção da via aérea com IOT.
Em um paciente politraumatizado com traumatismo craniano e Escala de Coma de Glasgow de 7, a prioridade absoluta no manejo inicial, seguindo os princípios do ATLS, é a avaliação e proteção da via aérea, que geralmente requer intubação orotraqueal para garantir ventilação e oxigenação adequadas e prevenir broncoaspiração.
O manejo inicial do paciente politraumatizado segue a abordagem sistemática do Advanced Trauma Life Support (ATLS), que prioriza a avaliação e tratamento das condições que ameaçam a vida. A sequência ABCDE (Airway, Breathing, Circulation, Disability, Exposure) é fundamental. Em pacientes com traumatismo craniano grave, a proteção da via aérea é de suma importância. Um paciente com Escala de Coma de Glasgow (ECG) igual ou inferior a 8 é considerado com alto risco de não conseguir proteger sua via aérea, seja por rebaixamento do nível de consciência, incapacidade de manter a patência da via aérea ou risco de aspiração. Nesses casos, a intubação orotraqueal (IOT) é imperativa para garantir a oxigenação e ventilação adequadas, prevenindo a hipóxia e a hipercapnia, que são fatores que podem agravar a lesão cerebral secundária. Somente após a estabilização da via aérea e da respiração, e a garantia de uma circulação adequada, é que se deve prosseguir com a avaliação neurológica mais detalhada e exames complementares, como a tomografia de crânio. Acionar o neurocirurgião é importante, mas a estabilização inicial é responsabilidade da equipe de emergência.
A primeira e mais crítica medida é a avaliação e proteção da via aérea, geralmente através de intubação orotraqueal, devido ao risco iminente de obstrução ou aspiração.
A proteção da via aérea garante oxigenação cerebral adequada e previne a hipóxia e hipercapnia, que podem agravar a lesão cerebral secundária em pacientes com TCE.
Os critérios incluem Escala de Coma de Glasgow ≤ 8, incapacidade de proteger a via aérea, hipoxemia grave, hipercapnia e risco de aspiração.
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