Trauma Esplênico: Manejo Não Operatório e Estabilidade Hemodinâmica

UNESP/HCFMB - Hospital das Clínicas de Botucatu (SP) — Prova 2018

Enunciado

Mulher de 58 anos, vítima de acidente automobilístico, colisão carro x carro. EF: consciente, orientada e imobilizada em prancha rígida e colar cervical. FC = 110 bpm, PA = 90 x 60 mmHg, MV+ sem ruídos adventícios, abdome globoso, doloroso à palpação de flanco e hipocôndrio esquerdos, com presença de hematoma e discreta irritação peritoneal em hipocôndrio esquerdo. Hb: 9,8 g/dl. Após infusão endovenosa de 3 litros de cristaloide, paciente apresenta FC = 95 bpm e PA = 110 x 60 mmHg. Realizou TC de abdome: laceração esplênica de 3 cm de profundidade, com presença de líquido periesplênico. A conduta é:

Alternativas

  1. A) Laparotomia exploradora. 
  2. B) Videolaparoscopia diagnóstica. 
  3. C) Observação do paciente em esquema de UTI. 
  4. D) Lavado peritoneal diagnóstico. 

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