Lesão Colônica no Trauma: Conduta em Pacientes Instáveis

UFPR/HC - Complexo Hospital de Clínicas da UFPR (PR) — Prova 2019

Enunciado

Paciente de 63 anos, sexo masculino, é trazido ao hospital nível I de trauma por familiares, vítima de ferimento de arma branca em região epigástrica. Ao exame, vias aéreas pérvias, sem colar cervical e tábua rígida; MV bilateral positivo, sem ruídos adventícios e expansibilidade torácica preservada, com saturação de O₂ em ar ambiente de 97%; bulhas cardíacas rítmicas e normofonéticas, pulsos periféricos presentes, com frequência cardíaca de 122 bpm e PA de 90 x 50 mmHg; Glasgow 15, pupilas isofotorreagentes; e ferimento corto-contuso em região epigástrica de 3 cm de extensão. Durante o tratamento cirúrgico desse paciente, apesar da reposição volêmica, ele permanece hemodinamicamente instável. É identificada uma lesão no cólon transverso, comprometendo aproximadamente 2/3 da circunferência do cólon, com contaminação fecal importante da cavidade abdominal e lesão de vaso sanguíneo do mesentério. Além da ligadura do vaso do mesentério, a conduta mais apropriada é:

Alternativas

  1. A) Ressecção do segmento colônico comprometido e anastomose primária.
  2. B) Sutura da lesão, com drenagem da cavidade abdominal.
  3. C) Colectomia total, com ileorreto anastomose.
  4. D) Ressecção do segmento colônico comprometido e estoma proximal e fístula mucosa distal.
  5. E) Sutura da lesão, com drenagem da cavidade abdominal e peritoniostomia.

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