CHN - Complexo Hospitalar de Niterói (RJ) — Prova 2020
O tratamento INICIAL do sangramento digestivo é:
Sangramento digestivo agudo → prioridade é reposição volêmica agressiva para estabilização hemodinâmica.
Em qualquer sangramento agudo, a prioridade máxima é a estabilização hemodinâmica do paciente, que é alcançada através de reposição volêmica agressiva com cristaloides e, se necessário, hemoderivados. Outras intervenções, como endoscopia ou medicamentos, vêm após a estabilização inicial.
O sangramento digestivo agudo é uma emergência médica comum que pode levar rapidamente ao choque hipovolêmico e à morte se não for manejado adequadamente. É fundamental que residentes e profissionais de saúde compreendam a sequência correta de atendimento, onde a estabilização do paciente precede qualquer investigação diagnóstica ou tratamento específico da causa. A prioridade absoluta no manejo inicial é a estabilização hemodinâmica. Isso envolve a obtenção de dois acessos venosos periféricos de grosso calibre, coleta de exames laboratoriais (hemograma, coagulograma, tipagem sanguínea) e início imediato da reposição volêmica agressiva com cristaloides (soro fisiológico 0,9% ou Ringer Lactato). Em casos de choque grave ou hemoglobina muito baixa, a transfusão de hemoderivados (concentrado de hemácias) deve ser considerada precocemente. Somente após a estabilização hemodinâmica, quando o paciente está com sinais vitais estáveis e perfusão adequada, outras intervenções podem ser realizadas. A endoscopia digestiva alta ou baixa é o próximo passo para identificar a fonte do sangramento e realizar tratamento endoscópico (esclerose, clipagem, termocoagulação). Medicamentos como inibidores de bomba de prótons (IBP) são importantes, mas não substituem a reposição volêmica inicial.
A primeira e mais crucial medida é a estabilização hemodinâmica do paciente, que inclui a obtenção de acessos venosos calibrosos e a reposição volêmica agressiva com cristaloides.
A reposição volêmica é vital para combater o choque hipovolêmico causado pela perda de sangue, restaurando a perfusão tecidual e prevenindo a falência de órgãos.
Após a estabilização hemodinâmica inicial, a endoscopia digestiva é indicada para identificar a fonte do sangramento e realizar hemostasia, mas nunca antes de garantir a estabilidade do paciente.
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