O manejo racional de pacientes portadores de influenza dentro do ambiente hospitalar é fundamental para minimizar riscos de transmissão e otimizar leitos de internação. Portanto, a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar deve reforçar as seguintes medidas, de acordo com orientações fornecidas pelo Ministério da Saúde:
Alternativas
A) Coleta de swab nasal para realização de PCR (Polymerase Chain Reaction) em todos os pacientes internados, independente dos critérios de gravidade.
B) Manter precaução por aerosol até o momento da alta hospitalar.
C) Manter precaução respiratória até 72 horas após desaparecimento da febre.
D) Notificar à Vigilância Epidemiológica todos os pacientes que se encaixem na definição de caso: febre, de início súbito, acompanhada de tosse ou odinofagia, associada a pelo menos um dos seguintes sintomas: mialgia, cefaleia ou artralgia.
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