IAMCSST: Estratégias de Reperfusão em Emergências

UFRGS/HCPA - Hospital de Clínicas de Porto Alegre (RS) — Prova 2024

Enunciado

Paciente de 65 anos foi trazida à Emergência por dor retroesternal em aperto, quadro iniciado há 4 horas. Com história de hipertensão arterial e diabetes melito tipo 2, vinha fazendo uso de AAS, atorvastatina e losartana. Ao exame físico realizado por ocasião da admissão, apresentava pressão arterial de 176/90 mmHg e frequência cardíaca de 92 bpm, Killip classe I. O eletrocardiograma está reproduzido abaixo.A Emergência não dispõe de condições para realização de cateterismo cardíaco, e o hospital com plantão de hemodinâmica pode ser acessado em, no mínimo, 2 horas. Que estratégia, dentre as abaixo, tem melhor expectativa de benefício para a paciente?

Alternativas

  1. A) Administrar um trombolítico intravenoso, iniciar a anticoagulação com heparina e transferir a paciente para hospital com condições de realizar angioplastia adjuvante imediatamente.
  2. B) Iniciar a terapia farmacológica agressiva sem a terapia de reperfusão, com dupla antiagregação plaquetária e heparina não fracionada.
  3. C) Iniciar o protocolo de alteplase intravenosa imediatamente e, se a reperfusão farmacológica falhar, transferir a paciente para outro hospital.
  4. D) Iniciar a dupla antiagregação plaquetária e transferir a paciente para hospital terciário, mesmo com atraso, considerando seu alto risco clínico.

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