SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2024
Leia o caso clínico a seguir.Em uma gestante admitida em trabalho de parto, sem exames de rastreio pré-natal para HIV, dois testes rápidos para HIV, de fabricantes diferentes, mostraram-se divergentes, sendo que o primeiro teste rápido se mostrou positivo e o segundo, negativo.Diante do caso apresentado, a conduta deve ser:
Testes rápidos HIV divergentes em gestante no TP → coleta sangue venoso + profilaxia TV imediata.
Em gestantes sem pré-natal ou com testes rápidos HIV divergentes no trabalho de parto, a conduta é iniciar imediatamente a profilaxia da transmissão vertical (TV) e coletar sangue venoso para exames confirmatórios. Não se deve aguardar resultados de testes adicionais para iniciar a profilaxia, dado o risco de TV.
O manejo do HIV em gestantes, especialmente aquelas sem pré-natal adequado ou com resultados de testes rápidos divergentes no trabalho de parto, é uma situação crítica que exige decisão rápida para prevenir a transmissão vertical (TV). A TV é a principal forma de infecção por HIV em crianças, e a intervenção precoce é fundamental para reduzir esse risco. Diante de testes rápidos divergentes (um positivo e um negativo), a incerteza diagnóstica não deve atrasar a profilaxia. O protocolo preconiza a coleta de sangue venoso para exames confirmatórios (como carga viral e Western Blot) e o início imediato da profilaxia antirretroviral para a gestante e, posteriormente, para o recém-nascido. A profilaxia inclui o uso de antirretrovirais durante o trabalho de parto e para o recém-nascido, além de outras medidas como a inibição da amamentação. Essa abordagem visa proteger o bebê enquanto se aguarda o diagnóstico definitivo da mãe, garantindo a melhor chance de um desfecho favorável.
A conduta inicial é coletar sangue venoso para exames confirmatórios (como carga viral e Western Blot) e iniciar imediatamente a profilaxia da transmissão vertical do HIV, sem aguardar os resultados.
A profilaxia deve ser iniciada imediatamente para maximizar sua eficácia na redução do risco de transmissão do vírus da mãe para o bebê, especialmente em situações de incerteza diagnóstica no trabalho de parto.
Os testes confirmatórios para HIV incluem a carga viral, Western Blot ou imunoblot, que são mais específicos e sensíveis que os testes rápidos e ajudam a definir o diagnóstico definitivo.
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