Fístula Enteroatmosférica: Manejo e Reconstrução Tardia

Centro Universitário do Espírito Santo - UNESC Colatina — Prova 2026

Enunciado

Homem de 62 anos, submetido a laparotomia por peritonite perfurativa, evoluiu com abdome aberto devido a edema visceral. No décimo dia de pós-operatório, apresenta fístula enteroatmosférica de alto débito, perda ponderal, hipoalbuminemia e erosão cutânea ao redor do trajeto. Qual a estratégia global mais adequada nesta fase?

Alternativas

  1. A) Indicar reconstrução imediata da parede abdominal com separação de componentes e colocação de tela definitiva.
  2. B) Priorizar controle da sepse, proteção da pele com curativo a vácuo, otimização nutricional com referência para nutrição parenteral ou enteral distal, e adiar a reconstrução definitiva para fase tardia.
  3. C) Ressecar o segmento intestinal fistuloso neste momento e realizar fechamento do abdome mesmo sob tensão.
  4. D) Introduzir apenas agentes antissecretores, mantendo observação clínica por duas semanas.
  5. E) Realizar cobertura simples com gaze seca trocada frequentemente, aguardando fechamento espontâneo da fistula.

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