INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2025
Mãe leva recém-nascido de 5 dias à Unidade Básica de Saúde (UBS) para a primeira consulta, conforme orientação na alta da maternidade. A criança está bem, sendo amamentada no peito, porém, em alguns horários da amamentação, a mãe oferece fórmula, pois suas mamas estão doendo e às vezes sangram. A conduta nesse caso é
Fissura mamilar/dor na amamentação → Manter aleitamento exclusivo + corrigir pega = Prevenir ingurgitamento e desmame.
A dor e o sangramento mamilar, frequentemente causados por fissuras, não são motivos para interromper o aleitamento materno; a conduta essencial é corrigir a pega do bebê, oferecer a mama nos primeiros sinais de fome e evitar o ingurgitamento mamário para promover a cicatrização e manter a amamentação exclusiva.
A amamentação é um processo natural, mas pode apresentar desafios como a dor e as fissuras mamilares, que são as principais causas de desmame precoce. É crucial que profissionais de saúde orientem as mães sobre a importância de manter o aleitamento materno exclusivo, mesmo diante desses problemas, focando na correção da técnica de pega. A pega inadequada do bebê é o fator etiológico mais comum para fissuras e dor. A intervenção deve incluir a avaliação e correção da posição e pega, a oferta da mama nos primeiros sinais de fome do bebê para evitar mamas muito cheias e ingurgitadas, e a garantia de que o bebê esvazie a mama de forma eficaz. O uso de fórmulas deve ser evitado, pois pode interferir na produção de leite e na recuperação da mama.
A principal causa é a pega inadequada do bebê ao seio materno.
Não, a amamentação deve ser mantida, corrigindo a pega e otimizando a frequência para evitar ingurgitamento.
Oferecer a mama nos primeiros sinais de fome do bebê e esvaziar as mamas regularmente.
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