Manejo do DM2: Quando Substituir a Metformina?

SEMUSA (SMS) Macaé — Prova 2019

Enunciado

Mulher negra, 45 anos, portadora de diabetes mellitus tipo 2 há 7 anos, comparece ao consultório clínico para avaliação de rotina. Refere mudança recente para a cidade e não tem avaliação médica nos últimos anos. Nega complicações microvasculares do diabetes e informa valores de glicemia capilar matinal entre 140 - 180 mg/dL, em jejum. Está em uso de gliclazida MR 60mg pela manhã, metformina 850mg 3 x ao dia, metoprolol 25mg 2 x ao dia, desde o início de seu tratamento. História patológica pregressa, hipertensão arterial sistêmica, histerectomia com ooforectomia e cirurgia por sinusopatia. O histórico familiar é significativo para diabetes do tipo 2 e doença coronariana. Ela não fuma e bebe cerveja ocasionalmente. O exame físico revela uma mulher em bom estado geral, com peso de 77Kg e altura de 1,55m, IMC 28Kg/m², PA 160 x 80 mmHg e frequência cardíaca 55bpm. Além de bradicardia, sem outras alterações dignas de nota ao exame. Seus exames laboratoriais mais recentes revelaram: Hemoglobina 11,0 g/dl; Hematócrito 33%; Volume corpuscular médio 101; Glicose jejum 140 mg/dl; Creatinina 1,5mg/dl; Relação Albumina/Creatinina urinária 18,4mg/g; HBG A1C 8,8%; Colesterol total 179mg/dl; LDL 83 mg/dl; HDL 31 mg/dl; Triglicerídeos 325mg/dl. Quais modificações você faria em sua terapia para diabetes?

Alternativas

  1. A) Iniciar insulinoterapia.
  2. B) Aumentar gliclazida para 120mg pela manhã.
  3. C) Substituir metformina por rosiglitazona 4mg ao dia.
  4. D) Adicionar pioglitazona 30mg ao dia.
  5. E) Aumentar metformina para 3 x ao dia.

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