DIP: Falha Terapêutica e Critérios de Internação Hospitalar
UNICAMP/HC - Hospital de Clínicas da Unicamp - Campinas (SP) — Prova 2017
Enunciado
Mulher, 22a, retorna 4 dias após diagnóstico de doença inflamatória pélvica, em unidade básica de saúde. Fez uso de azitromicina (1 grama). Queixa-se de piora da dor no baixo-ventre. Relata mal-estar geral e episódio de febre não aferida. Exame físico: regular estado geral; FR = 14 irpm; FC = 100 bpm; PA = 110 x 70 mmHg; T = 37,8°C. Abdome: dor à palpação profunda de fossa ilíaca esquerda e descompressão brusca duvidosa. Exame ginecológico: secreção purulenta endocervical; dor à palpação dos anexos e mobilização uterina. A conduta é:
Alternativas
A) Tratamento ambulatorial, prescrever ceftriaxona 500 mg, intramuscular, dose única e doxiciclina 100 mg, via oral, de 12/12 horas por 14 dias e solicitar agendamento de ultrassonografia transvaginal.
B) Internação, prescrever cefoxitina 2 g, intravenoso, de 6/6 horas e doxiciclina 100 mg, via oral, de 12/12 horas por 14 dias e realizar ultrassonografia transvaginal.
C) Tratamento ambulatorial, prescrever ceftriaxona 500 mg, intramuscular, dose única e metronidazol 500 mg, via oral, de 12/12 horas por 14 dias, reavaliação na unidade básica de saúde em 3 dias.
D) Internação, prescrever azitromicina 1 g via oral e metronidazol 500 mg, intravenoso, de 12/12 horas por 7 dias, realizar ultrassonografia transvaginal.
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