Manejo da Dispneia em Cuidados Paliativos: Uso de Morfina

HMDI - Hospital e Maternidade Dona Iris (GO) — Prova 2020

Enunciado

Os cuidados paliativos, segundo a Organização Mundial de Saúde (2002), ""consistem na assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, da identificação precoce, avaliação impecável e tratamento de dor e demais sintomas físicos, sociais, psicológicos espirituais"". Mesmo com esta definição abordada internacionalmente, ainda é comum ver profissionais que interpretam os cuidados paliativos como ""não ter nada para fazer"", o que é incorreto, visto que o foco é melhorar as condições de vida de qualquer um que esteja sob estes cuidados. Ademais, alguns autores e sistemas de saúde interpretam que a maior parte dos pacientes em paliativismo deverão ter seus cuidados divididos em diferentes níveis de atenção, sendo a Atenção Primária à Saúde responsável por grande parte dos mesmos. Agora, imagine que você é médica(o) do senhor Alberto, de 74 anos, com câncer de próstata com metástases para pulmões e fígado. Durante uma visita domiciliar, realizada devido à caquexia, ascite e uso contínuo de oxigenioterapia domiciliar, você percebe que Alberto está muito incomodado com a dispneia, que diz persistir a despeito do uso do O2. Dentre das opções abaixo, a melhor opção de tratamento para o sintoma referido pelo paciente é

Alternativas

  1. A) a morfina.
  2. B) o haloperidol.
  3. C) a amitriptilina.
  4. D) a fluoxetina.

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