Dislipidemia Pós-IAM: Escolha da Estatina para Alto Risco

SURCE - Sistema Único de Residência do Ceará — Prova 2024

Enunciado

Homem de 58 anos teve um infarto agudo do miocárdio (IAM) há 3 meses, quando foi diagnosticado como hipertenso. Está em uso de losartana 50 mg/dia, sinvastatina 10 mg/dia e AAS 100 mg/dia, com boa tolerância. É sedentário e refere ingestão diária de frituras. Informa pai falecido aos 54 anos por IAM e mãe diabética. Ao exame físico: acantose nigricans cervical, pressão arterial 124/80 mmHg, IMC 33 kg/m², circunferência abdominal 108 cm, ausculta cardiopulmonar fisiológica, sem edemas. Os exames laboratoriais evidenciaram TSH 3,0 uUI/mL (VR: 0,5-5,0 uUI/mL), TGO 38 U/L (VR até 40 U/L), TGP 40 U/L (VR até 41 U/L), glicemia de jejum 98 mg/dL (VR: 70 a 99 mg/dL), colesterol total 224 mg/dL (VR menor que 190 mg/dL), HDL 36 mg/dL (VR maior que 40 mg/dL), LDL 148 mg/dL (VR menor que 50 mg/dL), triglicerídeos 180 mg/dL (VR menor que 150 mg/dL). Assinale a abordagem terapêutica mais adequada para dislipidemia desse paciente:

Alternativas

  1. A) Aumentar sinvastatina para 20 mg/dia e estabelecer dieta hipolipídica.
  2. B) Associar ezetimiba 10 mg/dia e iniciar ciprofibrato 100 mg/dia.
  3. C) Trocar sinvastatina por rosuvastatina 20 mg/dia.
  4. D) Trocar sinvastatina por atorvastatina 20 mg/dia.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo