Controle Glicêmico no Trabalho de Parto em Diabéticas

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2015

Enunciado

Paciente de 38 anos, G5P4A0 (quatro partos normais prévios), idade gestacional de 38 semanas e três dias, portadora de diabetes mellitus tipo 2, chega ao pronto atendimento da maternidade com queixas de contrações de forte intensidade há cinco horas. Negava perdas líquidas via vaginal e referia boa movimentação fetal. Durante o seguimento pré-natal, manteve controle dos níveis glicêmicos com dieta balanceada e uso de insulinas de ação intermediária e de ação rápida. Exame físico: bom estado geral, corada, hidratada, eupneica, afebril, PA = 110 x 70 mmHg, FC = 78 bpm. Feto longitudinal, dorso à direita, polo cefálico insinuado. Altura uterina de 35 cm, atividade uterina de quatro contrações de 40 segundos, moderadas, em período de 10 minutos de observação. Ausculta fetal: 138 bpm de linha de base, sem desacelerações, com acelerações transitórias, movimentação fetal presente. Toque vaginal: colo fino, 6 cm de dilatação, apresentação em OEP e -2 de DeLee, com bolsa íntegra. Durante a assistência ao trabalho de parto desta paciente, a melhor conduta para o controle glicêmico é:

Alternativas

  1. A) Prescrição de dieta apropriada para diabéticos e de antidiabéticos orais de acordo com a glicosimetria capilar.
  2. B) Prescrição de dieta apropriada para diabéticos durante o primeiro período do parto e insulina de ação intermediária no segundo período do parto.
  3. C) Administração endovenosa de soro glicosado a 5% e aplicação das mesmas doses de insulinas de ação intermediária e de ação rápida administradas durante o pré-natal.
  4. D) Administração endovenosa de soro glicosado a 10% e insulina de ação rápida de acordo com a glicosimetria capilar.

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