Diabetes Hospitalizado: Manejo da Hiperglicemia por Corticoide

UFRN/HUOL - Hospital Universitário Onofre Lopes - Natal (RN) — Prova 2016

Enunciado

Homem de 59 anos, com antecedentes de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), ex-tabagista (cerca de 60 anos/maço), hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2 há cerca de 4 anos, deu entrada há 02 dias no hospital com DPOC, descompensado devido à infecção respiratória, sendo internado na enfermaria. Estava em uso domiciliar de Metformina 1700 mg/dia, que foi suspensa na admissão, e Losartan 100 mg/dia, que foi mantido, e foram prescritos Levofloxacino, Prednisolona IV 3 vezes ao dia, Budesonida e Formoterol inalatórios. Na admissão, exames revelavam: glicemia de jejum = 168 mg/dl, hemoglobina glicada= 8,9 %, ureia = 51 mg/dl (VR 20-50), creatinina = 1,3 mg/dl (VR= 0,5-1,3) Na+ = 142 (VR = 135-145), K += 4,9 (VR =3,5-5,0), TGO = 32 U/L (VR < 35), TGP = 35 U/L (VR <35), hermoglobina = 13,0 hematócrito = 38,5 %, leucócitos = 10600 (com neutrofilia), plaquetas = 214,000. O paciente está vigil, alimentando- se por via oral , com aceitação regular da comida. As glicemias capilares do dia anterior revelam os seguintes valores: às 6 h = 295; às 11h = 342 e às 17h = 307. A conduta recomendada para esse caso é prescrever:

Alternativas

  1. A) Insulina NPH em doses divididas 3 vezes ao dia.
  2. B) Insulina Regular conforme os valores de glicemia capilar.
  3. C) Metformina em associação com Glibenclamida.
  4. D) Insulina NPH em bomba de infusão venosa contínua.

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