UNESC - Centro Universitário do Espírito Santo — Prova 2026
Menina com 9 dias de vida, vem com a mãe à primeira consulta de Puericultura. Recém-nascida de 40 semanas, de parto cesáreo, com peso adequado para a idade gestacional, Apgar 9/9 (primeiro e quinto minuto), encaminhada para alojamento conjunto, após o nascimento. A mãe não relata intercorrências e mostra-se aparentemente apática durante toda a consulta, relatando estar amamentando por livre demanda e referindo dificuldades na amamentação. Relata, ainda, choro intenso e constante do bebê desde a alta hospitalar. O exame físico da lactente não mostra alterações, já em ganho ponderal. A mãe não apresenta alterações dos mamilos e as Qual é a conduta a ser tomada, inicialmente, nessa situação?
Dificuldade amamentação + apatia materna → Observar pega/posição, encorajar mãe = Suporte essencial na puericultura inicial.
Na puericultura inicial, dificuldades na amamentação e sinais de apatia materna exigem avaliação cuidadosa da técnica de amamentação, incluindo pega e posição. O suporte e encorajamento à mãe são cruciais para o sucesso do aleitamento materno exclusivo e para identificar possíveis sinais de depressão pós-parto.
A primeira consulta de puericultura é um momento crucial para estabelecer o vínculo com a família e promover a saúde do recém-nascido e da puérpera. A amamentação é um pilar fundamental, e as dificuldades iniciais são comuns. É essencial que o profissional de saúde tenha a habilidade de observar a mamada, identificar problemas de pega e posição, e oferecer orientações práticas e encorajamento. Além do aspecto técnico da amamentação, a avaliação do estado emocional da mãe é indispensável. Sinais de apatia ou tristeza podem indicar um risco para depressão pós-parto, uma condição que afeta a saúde materna e a interação com o bebê. O suporte psicossocial e a escuta ativa são tão importantes quanto as orientações clínicas, garantindo um cuidado integral à díade mãe-bebê.
Permite identificar problemas de pega e posição, que são as principais causas de dificuldades na amamentação e dor mamilar.
A avaliação do ganho ponderal, da frequência das mamadas e da técnica de amamentação são fundamentais para descartar fome como causa principal.
Apatia, tristeza persistente, falta de interesse no bebê, irritabilidade e dificuldades de vínculo podem indicar depressão pós-parto e exigem atenção.
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