Crise Asmática Pediátrica: Manejo na Urgência e Conduta

UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2019

Enunciado

M.S.P., 8 anos, está sendo atendido no serviço de urgência. A responsável relata que o paciente iniciou coriza nasal hialina ontem e febre de 37,9 °C. É asmático e estava usando o spray de salbutamol e beclometasona há um mês. Hoje, a tosse ficou persistente, piora do cansaço e dificuldade para respirar. Ao exame, encontra-se calmo, taquidispneico ++/4+; boa perfusão periférica, saturação 93%. Após a realização na urgência de broncodilatador inalatório de curta duração por 3 ocasiões seguidas com intervalo de 20 minutos, não apresentou melhora. Manteve saturação de O2 de 92% em ar ambiente e peak flow de 50% do esperado para idade e peso. A próxima conduta do médico será:

Alternativas

  1. A) Aumentar a dose de beclometasona inalatória para 2 jatos de 12 em 12 horas e fazer salbutamol inalatório de 2 em 2 horas. Acrescentar oxigênio com saturação de 90%.
  2. B) Associar brometo de ipratropio. Deixar B2 inalatório de 20 em 20 minutos e reavaliar em 1 hora. Iniciar oxigenioterapia com saturação 90%.
  3. C) Iniciar oxigenioterapia. Acrescentar corticoterapia oral. Deixar B2 inalatório de 20 em 20 minutos e reavaliar em 1 hora.
  4. D) Fazer B2 inalatório de 20 em 20 minutos, acrescentar corticoterapia e iniciar oxigenioterapia quando a saturação atingir 90%.
  5. E) Iniciar oxigenioterapia. Trocar o corticoide inalatório para fluticasona, manter salbutamol inalatório de 20 em 20 minutos.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo