Crise Asmática Grave: Manejo no Pronto-Socorro

UEL - Hospital Universitário de Londrina (PR) — Prova 2017

Enunciado

Paciente masculino, 16 anos de idade, procura o pronto-socorro queixando-se de falta de ar, aperto no peito e tosse seca. Relata que iniciou, há 1 semana, tosse que atribuiu à mudança brusca de temperatura e iniciou com salbutamol 100 mcg/dose (aerossol dosimetrado) 1 jato via inalatória, quando piorava a falta de ar. Há 6 horas, evoluiu com piora da falta de ar sendo que o salbutamol não fez efeito mesmo tendo realizado 6 inalações seguidas. Ao exame, apresentava-se ofegante, com dificuldade de fala, com 30 mrm, frequência cardíaca de 130 bpm e sibilos disseminados na ausculta pulmonar. Relata ser asmático desde a infância, porém, há 5 anos, não apresentava crises. Em relação à conduta mais adequada para esse paciente no pronto-socorro, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas

  1. A) A primeira medicação a ser feita é o corticoide injetável, pois o paciente já vinha fazendo inalação em casa.
  2. B) Avaliação da SpO2, se abaixo de 90%, suplementação de O2, inalação com beta- agonista, corticoide injetável e considerar o uso de terbutalina subcutânea se não houver melhora com medidas iniciais. 
  3. C) Antes de qualquer medida, realizar a radiografia de tórax e gasometria arterial. 
  4. D) Na crise, não se deve realizar o Peak Flow, pois pode piorar o broncoespasmo.
  5. E) Não há necessidade de puncionar veia, pois a associação de beta-agonista de ação prolongada e corticoide inalatório costuma reverter o broncoespasmo rapidamente.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo