Crise Asmática Pediátrica: Alta Segura e Corticoide Oral

UFSCar - Hospital Universitário de São Carlos (SP) — Prova 2017

Enunciado

Escolar de 7 anos, masculino, é atendida na UPA com quadro de crise de falta de ar com início há 24 horas. Acompanhante (mãe) nega febre e relata ter administrado salbutamol por via inalatória de 6/6horas, desde o início da crise (4 doses até agora). Relata também que nos últimos 2 meses, as crises vêm se repetindo mais de 1 vez por semana, respondendo bem ao uso de beta-2 inalatório, necessitando ocasionalmente, de idas à UPA. É comum a criança perder aulas e acordar a à noite com crise, pelo menos 1 vez por semana. Ao exame estava cooperativo, com retrações intercostais moderadas. Ausculta pulmonar apresentava com sibilos expiratórios em ambos os hemitórax, FR=32 irpm e Sat O2=92%. Após uso de 3 doses de beta- 2 inalado com intervalo de 20 minutos, houve melhora parcial dos sintomas e Sat O2 = 95%. A orientação adequada, após a resposta relatada às 3 doses de beta-2 inalado é:

Alternativas

  1. A) Deixar em observação na UPA, manter beta-2 inalado e iniciar corticoide sistêmico.
  2. B) Indicar alta para casa, manter beta-2 inalado e iniciar corticoide oral.
  3. C) Internar na enfermaria de pediatria, manter beta-2 inalado e iniciar corticoide oral.
  4. D) Encaminhar a UTI pediátrica, beta-2 inalatório contínuo e corticoide sistêmico.
  5. E) Encaminhar para avaliação pneumologista e manter beta-2 inalado.

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