Choque Séptico Pediátrico: Manejo e Fluidoterapia Rápida
HSD - Hospital São Domingos (MA) — Prova 2018
Enunciado
Após identificar os sinais de choque séptico hipotensivo na criança, devemos tomar as seguintes condutas, EXCETO:
Alternativas
A) Monitorar e fazer manutenção da via aérea, respiração e circulação, monitorar a frequência cardíaca, a pressão arterial e a oximetria de pulso; estabelecer acesso vascular (endovenoso ou intra-ósseo); extrair sangue para cultura e estudos laboratoriais adicionais, inclusive glicose e cálcio - não adiar tratamento antibiótico ou fluidoterapia; administrar antibiótico de amplo espectro;
B) Administrar 20ml/kg de bolus cristaloides isotônicos (10 ml/kg para neonatos e para aqueles com comprometimento cardiovascular preexistente), em 5 a 10 minutos. Repetir sempre que necessário para tratar o choque. Geralmente são necessários 3 a 4 bolus. Interromper se ocorrerem crepitações, piora do desconforto respiratório ou hepatomegalia.
C) Administrar 20 ml/kg de bolus cristaloides isotônicos (10 ml/kg para neonatos e para aqueles com comprometimento cardiovascular preexistente), em 30 minutos. Geralmente são necessários 3 a 4 bolus. Repetir sempre que necessário para tratar o choque. Interromper se ocorrerem crepitações, piora do desconforto respiratório ou hepatomegalia.
D) Iniciar epinefrina, em infusão contínua, dentro da primeira hora de tratamento, se o choque for refratário a fluidos e as extremidades estiverem frias.
E) Administrar hidrocortisona se o choque for refratário a fluidos e resistente a epinefrina.
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