Choque Séptico Pediátrico: Manejo e Terapia Antimicrobiana

HSL PUCRS - Hospital São Lucas da PUCRS (RS) — Prova 2021

Enunciado

Menino, 8 meses, chega à emergência com história de febre acima de 39ºC há cerca de 18 horas, e há seis horas apresenta vômitos, sonolência e petéquias em membros inferiores. Exame físico: mau estado geral, Glasgow adaptado para a idade de 9, mucosas secas, FC 190bpm, FR 60 mrpm, PA 60/40 mmHg, tempo de enchimento capilar de 4 segundos, saturação de 89% em ar ambiente e pele de aspecto rendilhado com lesões purpúricas. Pais negam doenças prévias e referem vacinas em dia de acordo com o calendário do Programa Nacional de Imunizações. Exames iniciais: hematócrito 26%, hemoglobina 8,5 g/dL, leucócitos totais 2.000/mm³ (segmentados 500/mm³, linfócitos 1.300/mm³, monócitos 200/mm³); plaquetas 30.000/mm³; creatinina 1,1 mg/dL, gasometria arterial: ph: 7,05, PCO₂: 25 mmHg, HCO₃: 10mEq/L, BE: -9, pO₂: 85 mmHg, SatO₂: 90%. Coletado hemocultura. Em relação ao manejo medicamentoso do caso, afirma-se: I. A terapia antimicrobiana deve ser iniciada imediatamente após o reconhecimento do quadro clínico. II. O tratamento antimicrobiano para o agente infeccioso mais provável é uma cefalosporina de segunda geração. III. O uso de drogas vasoativas deve ser iniciado caso não haja melhora do quadro clínico após a infusão de solução cristaloide. Estão corretas as afirmativas

Alternativas

  1. A) I e II, apenas.
  2. B) I e III, apenas.
  3. C) II e III, apenas.
  4. D) I, II, III.

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