Choque Séptico: Manejo da Hipotensão Refratária com Noradrenalina

SURCE - Sistema Único de Residência do Ceará — Prova 2018

Enunciado

Paciente feminina, 56 anos e peso estimado em 50 kg, tem diagnóstico de pielonefrite, em serviço de emergência. Está confusa, letárgica e os sinais vitais são: T = 39,2°C; PA = 62 x 40 mmHg; FC = 144 bpm; FR = 42 irpm; SpO₂ = 95%. Ausculta cardiopulmonar sem alterações e tempo de enchimento capilar normal. Apresenta lactato arterial de 3,2 mEq/L (VR: até 2,0 mEq/L) e Hb de 8,7 g/dl (VR: 11,5-16 g/dl). É submetida à expansão volêmica com soro fisiológico evoluindo conforme registro abaixo. São colhidas culturas, é administrada primeira dose de antibiótico adequado e a paciente é transferida para UTI mantendo os dados do último registro. Legenda: T – Temperatura; PA – Pressão Arterial; FC – Frequência Cardíaca; bpm – batimentos por minuto; FR – Frequência Respiratória; irpm – incursões respiratórias por minuto; SpO₂ – Saturação de Oxigênio; UTI – Unidade de Terapia Intensiva; VR – Valor de Referência. Qual terapêutica deve ser instituída nesse momento?

Alternativas

  1. A) Infusão de noradrenalina.
  2. B) Administração de hidrocortisona.
  3. C) Expansão com soro fisiológico 0,9%.
  4. D) Transfusão de concentrado de hemácias filtrado.

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