Cetoacidose Diabética: Manejo da Hipocalemia Antes da Insulina
Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2026
Enunciado
Mulher de 23 anos, portadora de diabetes mellitus tipo 1, é admitida no pronto socorro com historia de poliúria, polidipsia, náuseas, vômitos e dor abdominal nas últimas 24 horas. Exame físico: PA: 92/58 mmHg FC: 124 bpm FR: 32 irpm, padrão de Kussmaul Temp: 37,4 C Sinais de desidratação importantes Exames laboratoriais: Glicemia: 482 mg/dL pH arterial: 7,18 Bicarbonato: 11 mEq/L nion gap: 22 Potássio sérico: 2,7 mEq/L Sódio corrigido: 134 mEq/L Creatinina: 1,3 mg/dL Diante do quadro de cetoacidose diabética, qual deve ser a conduta inicial CORRETA?
Alternativas
A) Iniciar insulina regular em bomba de infusão imediatamente, independente do potássio, já que a glicemia está acima de 250 mg/dL
B) Iniciar reposição volêmica seguida de insulina regular, sem necessidade de correção prévia do potássio, pois a acidose corrige o distúrbio eletrolítico.
C) Iniciar reposição de potássio endovenoso antes de administrar insulina, monitorizando eletrólitos e ritmo cardíaco.
D) Iniciar insulina regular EV concomitantemente à reposição de potássio, pois ambas medidas aceleram a correção metabólica.
E) Iniciar bicarbonato de sódio EV imediato, seguido de insulina regular, já que a acidose metabólica deve ser tratada prioritariamente.
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