Asma Persistente: Manejo e Erros Comuns no Tratamento

AMS - Autarquia Municipal de Saúde de Londrina (PR) — Prova 2017

Enunciado

Mulher de 35 anos de idade chega ao consultório para tratamento da asma. Relata tosse frequente e falta de ar. Visitou uma vez a emergência nos últimos seis meses. Toma triancinolona, quatro inalações duas vezes ao dia e salbutamol, através de um inalador dosimetrado (dois puffs, uma ou duas vezes por dia, conforme necessário). Seu sono é ocasionalmente perturbado por crises de tosse. Muitas vezes também tem refluxo ácido à noite. A paciente não está em desconforto respiratório durante o exame físico. Os sinais vitais são normais. O exame de tórax mostra discretos sibilos expiratórios bilateralmente. O pico expiratório (peak-flow) é de 325 L/min, ou 70% do valor previsto. Qual dos seguintes tratamentos NÃO é apropriado neste momento para a paciente?

Alternativas

  1. A) Adicionar um antagonista â-adrenérgico inalatório de longa ação, como salmeterol ou formoterol.
  2. B) Usar salbutamol inalatório quatro vezes ao dia, em esquema regular.
  3. C) Mudança para um glicocorticóide inalatório de alta potência, como fluticasona ou budesonida.
  4. D) Instituir medidas anti-refluxo, incluindo elevação da cabeceira da cama e uso de inibidor de bomba de próton como o omeprazol.
  5. E) Higiene ambiental e programa de reabilitação pulmonar associado a ajuste de medicação inalatoria.

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