Asma Pediátrica: Orientações de Alta e Manejo Domiciliar

UNICAMP/HC - Hospital de Clínicas da Unicamp - Campinas (SP) — Prova 2019

Enunciado

Menino, 8a, está internado em Enfermaria por episódio de exacerbação de asma. O quadro atual teve início há 7 dias, com tosse e dificuldade respiratória progressiva, classificado como asma grave. Nos primeiros dois dias permaneceu em Unidade de Terapia Intensiva, onde recebeu oxigênio por máscara não reinalante com reservatório; corticoterapia e sulfato de magnésio intravenosos; beta2-agonista e brometo de ipratrópio inalatórios, sem necessidade de intubação orotraqueal. Antecedentes pessoais: asma há 3 anos, em uso irregular das medicações prescritas. AS ORIENTAÇÕES QUE O PACIENTE DEVE RECEBER NA ALTA SÃO:

Alternativas

  1. A) Corticoterapia oral por mais 4 semanas, e nos episódios agudos, nebulização comfenoterol a cada 6 horas por até 24 horas no domicílio.
  2. B) Corticoterapia inalatória diária, e nos episódios agudos, salbutamol spray oral a cada 6horas por até 24 horas no domicílio.
  3. C) Corticoterapia oral por mais 5 dias, e nos episódios agudos, nebulização com fenoterole oxigênio em ambiente hospitalar.
  4. D) Corticoterapia inalatória diária, e nos episódios agudos, salbutamol spray oral a cada20 minutos por até 1 hora no domicílio.

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