SES-PE - Secretaria de Estado de Saúde de Pernambuco — Prova 2025
Em relação às comorbidades associadas à asma no adulto e seu impacto no mancjo da doença, é INCORRETO afirmar que:
Suplementação universal de Vitamina D não é recomendada para controle da asma; deve-se tratar apenas a deficiência.
O manejo da asma grave ou de difícil controle exige a identificação e o tratamento de comorbidades, mas intervenções sem evidência robusta, como Vit D para todos, são incorretas.
O controle da asma vai além da prescrição de broncodilatadores e corticoides inalatórios. A abordagem moderna foca na identificação de fenótipos e no tratamento de comorbidades que mimetizam ou agravam os sintomas asmáticos. Comorbidades como DRGE, obesidade, apneia obstrutiva do sono (AOS) e transtornos psicológicos (ansiedade/depressão) são gatilhos frequentes para o uso excessivo de medicação de resgate e idas à emergência. A suplementação de micronutrientes, embora popular, carece de evidência de alta qualidade para ser incorporada como protocolo universal no manejo da asma.
Sim. A rinite e a asma são manifestações da 'doença única das vias aéreas'. O mau controle da rinite leva à inflamação persistente das vias superiores, gotejamento pós-nasal e aumento da reatividade brônquica, dificultando o controle da asma.
A obesidade promove um estado pró-inflamatório sistêmico, altera a mecânica pulmonar (reduzindo volumes) e está associada a um fenótipo de asma menos responsivo aos corticosteroides inalatórios clássicos.
Embora baixos níveis de Vitamina D estejam associados a mais exacerbações em alguns estudos, as diretrizes atuais (como GINA) não recomendam a suplementação rotineira para todos os pacientes como estratégia de controle da doença.
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