SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2020
Entre os anos de 2003 e 2014, os casos de malária entre crianças e adolescentes, no Brasil, representaram cerca de 47% do total registrado. Qual é a espécie que tem maior prevalência no Brasil?
Malária no Brasil: Plasmodium vivax > Plasmodium falciparum em prevalência.
No Brasil, o Plasmodium vivax é a espécie mais prevalente, especialmente na região amazônica, sendo responsável pela maioria dos casos de malária, incluindo aqueles em crianças e adolescentes. Embora o P. falciparum seja associado a quadros mais graves, o P. vivax tem maior incidência.
A malária é uma doença infecciosa febril aguda causada por protozoários do gênero Plasmodium, transmitida pela picada da fêmea do mosquito Anopheles. No Brasil, a doença é endêmica na região amazônica, e dados epidemiológicos mostram que o Plasmodium vivax é a espécie mais prevalente, respondendo por cerca de 80-90% dos casos, incluindo uma parcela significativa em crianças e adolescentes. O conhecimento da epidemiologia local é crucial para a prática médica. A fisiopatologia envolve a infecção de hepatócitos e, posteriormente, de eritrócitos, levando a ciclos de lise celular que causam os sintomas clássicos. O diagnóstico é laboratorial, com a gota espessa sendo o método de escolha devido à sua sensibilidade e capacidade de identificar a espécie e a densidade parasitária. A suspeita deve ser alta em pacientes com febre que residem ou viajaram para áreas endêmicas. O tratamento da malária varia conforme a espécie do Plasmodium, a gravidade do quadro e a idade do paciente. Para P. vivax, o esquema inclui cloroquina para as formas sanguíneas e primaquina para as formas hepáticas (hipnozoítos), visando prevenir recaídas. A adesão ao tratamento e a vigilância epidemiológica são fundamentais para o controle da doença.
No Brasil, o Plasmodium vivax é a espécie mais prevalente, responsável pela maioria dos casos de malária, especialmente na região amazônica.
A malária por P. vivax geralmente causa febre intermitente, calafrios, sudorese, cefaleia e mialgia. Pode haver esplenomegalia e hepatomegalia.
O diagnóstico da malária é feito principalmente por exames parasitológicos de sangue, como a gota espessa e o esfregaço delgado, que permitem identificar a espécie e a parasitemia.
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