UFRJ/HUCFF - Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (RJ) — Prova 2024
Pode-se afirmar que se suspeita de macrossomia fetal quando duas avaliações sucessivas na US do peso estimado do feto ou da circunferência abdominal estão acima do percentil:
Suspeita de macrossomia fetal → USG com peso estimado ou CA > percentil 90 em 2 avaliações sucessivas.
A macrossomia fetal é definida por um peso estimado ou circunferência abdominal acima do percentil 90 em duas avaliações ultrassonográficas sucessivas. Essa condição aumenta os riscos de complicações obstétricas e neonatais, sendo crucial para o planejamento do parto e manejo da gestação.
A macrossomia fetal é uma condição definida pelo peso fetal estimado acima do percentil 90 para a idade gestacional. Sua prevalência varia, mas está frequentemente associada a fatores de risco como diabetes gestacional e obesidade materna. O reconhecimento precoce é fundamental para o manejo adequado da gestação e do parto, visando reduzir morbidade materno-fetal. A fisiopatologia da macrossomia em casos de diabetes gestacional envolve o hiperinsulinismo fetal, que atua como um fator de crescimento. O diagnóstico é primariamente ultrassonográfico, com a avaliação do peso estimado do feto e da circunferência abdominal. A suspeita é levantada quando duas avaliações sucessivas mostram medidas acima do percentil 90. O manejo da macrossomia pode incluir controle glicêmico rigoroso, acompanhamento ultrassonográfico seriado e, em alguns casos, a consideração de parto cesariana eletiva para evitar complicações como a distocia de ombro. O prognóstico depende do controle dos fatores de risco e da prevenção de traumas no parto.
A suspeita de macrossomia fetal ocorre quando o peso estimado do feto ou a circunferência abdominal estão acima do percentil 90 em duas avaliações ultrassonográficas sucessivas, indicando um crescimento fetal excessivo.
O diagnóstico de macrossomia é crucial devido ao aumento do risco de complicações maternas, como distocia de ombro e lacerações perineais graves, e neonatais, como hipoglicemia e trauma de parto.
Os principais fatores de risco incluem diabetes gestacional mal controlada, obesidade materna, ganho de peso excessivo na gravidez, multiparidade e histórico de macrossomia em gestações anteriores.
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