Macrossomia Fetal Extrema: Manejo e Conduta Obstétrica

HSJ - Hospital São José (PR) — Prova 2023

Enunciado

Gestante de 28 anos, G3 P2, com idade gestacional de 36 semanas e 1 dia, obesidade grau 3 pré-concepcional e último RN com 2 anos de idade e peso ao nascimento de 4050 gramas. Também é sedentária e desenvolveu diabetes mellitus gestacional, diagnosticada na primeira glicemia da gravidez. Ao longo do pré-natal, houve ganho ponderal total de 16 kg e consequentemente houve a necessidade de introdução de insulina NPH e regular com doses progressivamente maiores ao longo da gestação. Está internada por cólicas abdominais e queixa de ausência de movimentação fetal. Ao exame, observa-se altura uterina de 44 cm, contrações de Braxton-Hicks de fraca intensidade e baixa frequência e colo uterino com 1 cm de dilatação. A cardiotocografia mostrou padrão não-tranquilizador do tipo ondulatório e o perfil biofísico fetal foi de 2/10 (o único parâmetro normal foi o maior bolsão vertical de líquido amniótico). A amnioscopia mostra líquido amniótico de coloração verde. A biometria fetal realizada via US mostrou peso fetal estimado de 5800 gramas. Qual a melhor conduta frente a situação descrita?

Alternativas

  1. A) Induzir o parto vaginal com ocitocina.
  2. B) Manter conduta expectante e repetir as provas de vitalidade fetal em 48 h.
  3. C) Realizar cesariana.
  4. D) Induzir o parto vaginal com misoprostol.
  5. E) Inibir as contrações com nifedipina e manter monitoração fetal contínua.

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