HEDA - Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (PI) — Prova 2020
A macroglobulinemia de Waldestron está associada à síndrome de hiperviscosidade. Os principais componentes da síndrome são
Síndrome de hiperviscosidade na Macroglobulinemia de Waldenström → Turvação visual, cefaleia e parestesias.
A síndrome de hiperviscosidade, uma complicação comum da macroglobulinemia de Waldenström devido ao excesso de IgM, manifesta-se principalmente por sintomas neurológicos (cefaleia, tontura, parestesias), visuais (turvação, diplopia) e sangramentos mucocutâneos.
A Macroglobulinemia de Waldenström (MW) é uma neoplasia linfoproliferativa de células B caracterizada pela proliferação de linfócitos e plasmócitos na medula óssea e pela produção excessiva de imunoglobulina M (IgM) monoclonal. Uma das complicações mais importantes e potencialmente graves da MW é a síndrome de hiperviscosidade, que ocorre devido ao aumento da viscosidade sanguínea pelo excesso de IgM. A síndrome de hiperviscosidade manifesta-se clinicamente por uma tríade de sintomas: neurológicos (cefaleia, tontura, vertigem, ataxia, parestesias, confusão mental, coma), visuais (turvação visual, diplopia, retinopatia com veias dilatadas e tortuosas, hemorragias retinianas) e sangramentos mucocutâneos (epistaxe, sangramento gengival). Esses sintomas resultam da dificuldade do sangue em fluir através dos pequenos vasos. O diagnóstico é clínico e laboratorial, com níveis elevados de IgM e aumento da viscosidade sérica. O tratamento de emergência para a síndrome de hiperviscosidade é a plasmasférese, que remove rapidamente o excesso de IgM do plasma, aliviando os sintomas. O tratamento definitivo envolve quimioterapia para controlar a doença subjacente.
Os sintomas mais comuns da síndrome de hiperviscosidade incluem alterações visuais (turvação, diplopia), neurológicas (cefaleia, tontura, vertigem, parestesias, confusão) e sangramentos mucocutâneos (epistaxe, sangramento gengival), resultantes do fluxo sanguíneo prejudicado.
A Macroglobulinemia de Waldenström causa hiperviscosidade devido à produção excessiva de imunoglobulina M (IgM) monoclonal. A IgM é uma molécula grande que, em altas concentrações, aumenta significativamente a viscosidade do plasma, dificultando o fluxo sanguíneo e a perfusão tecidual.
O tratamento de emergência para a síndrome de hiperviscosidade é a plasmasférese. Este procedimento remove rapidamente o excesso de IgM do plasma, reduzindo a viscosidade sanguínea e aliviando os sintomas de forma imediata. O tratamento definitivo envolve quimioterapia para controlar a doença subjacente.
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