Lúpus Eritematoso Sistêmico Grave: Manejo com Pulsoterapia

UFF/HUAP - Hospital Universitário Antônio Pedro - Niterói (RJ) — Prova 2017

Enunciado

Mulher, 20 anos, previamente hígida, é atendida com fraqueza, artralgias em mãos (punho e metacarpofalangianas), náuseas e vômitos. No exame físico, observa-se artrite em punhos, sem deformidades; e pressão arterial é de 170 x 100 mmHg. Exames laboratoriais mostram hemoglobina de 11 g/dl; leucometria de 3.500 céls/mm³ (5% de bastões, 80% de neutrófilos, 10% de linfócitos e 5% de monócitos); plaquetas de 90 mil/mm³; ureia de 150 mg/dl; creatinina de 3,5 mg/dl; VHS de 60 mm/h; FAN de 1:1280 (pontilhado fino); fator reumatoide de 25 UI/L (nefelometria) e EAS com hematúria. A conduta terapêutica mais apropriada é:

Alternativas

  1. A) Pulsoterapia com metilprednisolona 10 a 20 mg/kg.
  2. B) Anti-inflamatórios não esteroidais.
  3. C) Prednisona 0,5 mg/kg.
  4. D) Prednisona 1 mg/kg.
  5. E) Azatioprina 1 a 3 mg/kg.

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