HCE - Hospital Central do Exército (RJ) — Prova 2015
As crianças portadoras de litíase urinária, usualmente, apresentam:
Litíase urinária pediátrica → hematúria (macro/micro), dor abdominal/flanco, infecção urinária recorrente.
A litíase urinária em crianças, embora menos comum que em adultos, frequentemente se manifesta com hematúria, que pode ser visível a olho nu (macroscópica) ou detectada apenas em exames laboratoriais (microscópica). Outros sintomas comuns incluem dor abdominal ou no flanco e infecções do trato urinário recorrentes.
A litíase urinária em crianças é uma condição que, embora menos prevalente que em adultos, tem uma incidência crescente. É fundamental que pediatras e residentes estejam atentos aos seus sinais e sintomas, pois o diagnóstico precoce é crucial para prevenir complicações como infecções urinárias de repetição, dor crônica e, em casos graves, comprometimento da função renal. As manifestações clínicas em crianças podem ser inespecíficas, dificultando o diagnóstico. A hematúria, seja macroscópica (urina avermelhada) ou microscópica (detectada em exame de urina), é um achado muito comum. Outros sintomas incluem dor abdominal ou no flanco, que pode ser aguda e intensa (cólica renal) ou crônica e intermitente, além de sintomas irritativos urinários como disúria e polaciúria. Diferente dos adultos, a dor pode não ter a irradiação clássica para a virilha. O manejo da litíase urinária pediátrica envolve o controle da dor, tratamento de infecções associadas e, dependendo do tamanho e localização do cálculo, intervenções como litotripsia extracorpórea por ondas de choque (LEOC) ou cirurgia. A investigação metabólica é essencial para identificar a causa subjacente e instituir medidas preventivas para evitar recorrências, como modificações dietéticas e uso de medicamentos específicos.
Os sintomas mais comuns de litíase urinária em crianças incluem hematúria (macroscópica ou microscópica), dor abdominal ou no flanco, disúria, polaciúria e infecções do trato urinário recorrentes.
O diagnóstico envolve história clínica, exame físico, análise de urina (para hematúria e infecção), exames de imagem como ultrassonografia renal e das vias urinárias, e, em alguns casos, tomografia computadorizada de abdome e pelve.
Fatores de risco incluem anomalias anatômicas do trato urinário, distúrbios metabólicos (hipercalciúria, hiperoxalúria, cistinúria), desidratação, dieta inadequada e histórico familiar de litíase.
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