IOG - Instituto de Olhos de Goiânia — Prova 2023
O líquen escleroso é dermatose que acomete ambos os sexos e variadas faixas etárias. É mais frequente em:
Líquen escleroso é uma dermatose inflamatória crônica mais frequente em mulheres na pós-menopausa, mas pode ocorrer em qualquer idade.
O líquen escleroso é uma condição dermatológica crônica que afeta principalmente a região anogenital, sendo mais prevalente em mulheres na pós-menopausa devido a fatores hormonais, mas também pode ser visto em meninas pré-púberes.
O líquen escleroso é uma dermatose inflamatória crônica de etiologia multifatorial, caracterizada por atrofia e esclerose da pele e mucosas, predominantemente na região anogenital. Embora possa acometer ambos os sexos e todas as faixas etárias, sua maior prevalência é observada em mulheres, com dois picos de incidência: na infância (pré-púberes) e, mais notavelmente, na pós-menopausa. A condição pode causar desconforto significativo e impactar a qualidade de vida. A fisiopatologia do líquen escleroso não é completamente compreendida, mas envolve fatores genéticos, autoimunes e hormonais. A deficiência estrogênica na pós-menopausa é um fator contribuinte importante. Clinicamente, manifesta-se por prurido intenso, dor, dispareunia, lesões esbranquiçadas, atrofia tecidual, e pode evoluir para fusão labial, clitoridiana e estenose do introito vaginal. O diagnóstico é clínico e confirmado por biópsia. O tratamento visa aliviar os sintomas e prevenir a progressão da doença, sendo os corticosteroides tópicos de alta potência (como o clobetasol) a primeira linha. É crucial o acompanhamento regular devido ao risco aumentado de desenvolvimento de carcinoma espinocelular da vulva. A educação da paciente sobre a cronicidade da doença e a importância da adesão ao tratamento e autoexame são fundamentais.
Os sintomas incluem prurido intenso, dor, dispareunia, atrofia da pele, lesões esbranquiçadas e finas (papel de cigarro) na região anogenital, podendo levar à fusão labial e estenose introitária.
Acredita-se que a deficiência estrogênica na pós-menopausa contribua para a patogênese do líquen escleroso, embora a doença seja multifatorial, envolvendo fatores genéticos, autoimunes e ambientais.
Sim, o líquen escleroso é considerado uma condição pré-maligna, com um risco aumentado de desenvolver carcinoma espinocelular da vulva, exigindo acompanhamento regular e biópsia de lesões suspeitas.
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