Leucorreia Fisiológica Infantil: Diagnóstico e Manejo

UFAL/HUPAA - Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes (AL) — Prova 2018

Enunciado

Carla, 11 anos, há cerca de 5 dias começou a apresentar leucorreia inodora, leitosa e não pruriginosa. Realizou-se a coleta do material por swab vaginal e, à microscopia, observaram-se células epiteliais, bacilos de Dorderlein, sem leucócitos. Qual o diagnóstico mais provável e a melhor conduta a ser tomada?

Alternativas

  1. A) Trata-se de vulvovaginite por Candida sp, fazendo-se uso de fluconazol oral.
  2. B) Trata-se de vulvovaginite por Enterobius vermiculares, tratando-se com vermífugo (membendazol).
  3. C) Trata-se de leucorreia fisiológica, com tratamento expectante e orientação quanto à higiene com água e sabão neutro.
  4. D) Trata-se de vulvovaginite por Gardnerella vaginalis, prescrevendo-se metronidazol, na dose 15mg/kg/dia, por 07 dias.
  5. E) Trata-se de vulvovaginite inespecífica (vestibulite), orientando-se a realização de banhos de assento com água morna por 10 a 15 minutos, 2 vezes por dia, por 7 a 10 dias, bem como usar sabão neutro para banho e higiene das roupas íntimas, calcinhas de algodão, roupas arejadas e manter a vulva sempre limpa e seca.

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