UFMT/HUJM - Hospital Universitário Júlio Müller - Cuiabá (MT) — Prova 2015
Em relação ao teste do olhinho, a condição clínica NÃO associada à presença de leucocoria no período neonatal é:
Leucocoria neonatal → sinal de alerta para doenças graves como catarata, retinoblastoma ou ROP, não conjuntivite.
A leucocoria, ou reflexo branco na pupila, é um sinal de alerta crucial no teste do olhinho, indicando opacidade no eixo visual. Condições como catarata congênita, retinoblastoma e retinopatia da prematuridade podem causar leucocoria, enquanto a conjuntivite bacteriana geralmente se manifesta com secreção e hiperemia, sem opacificação do cristalino ou vítreo.
O teste do olhinho, ou teste do reflexo vermelho, é uma triagem neonatal fundamental realizada nos primeiros dias de vida para detectar precocemente alterações oculares que podem comprometer a visão. A leucocoria, um reflexo branco na pupila, é o sinal mais alarmante detectado por este exame, indicando uma opacidade no eixo visual que pode ser causada por condições graves. A detecção precoce é crucial para evitar cegueira e outras complicações. As principais patologias associadas à leucocoria incluem a catarata congênita, que é a opacificação do cristalino presente ao nascimento; o retinoblastoma, um tumor maligno da retina que é o câncer ocular mais comum na infância; e a retinopatia da prematuridade (ROP), uma doença que afeta os vasos sanguíneos da retina de bebês prematuros. A conjuntivite bacteriana, por outro lado, é uma infecção da conjuntiva que causa inflamação e secreção, mas não opacifica o eixo visual, portanto, não se manifesta com leucocoria. O manejo da leucocoria depende da causa subjacente. Cataratas congênitas podem exigir cirurgia, retinoblastoma requer tratamento oncológico especializado, e a ROP pode necessitar de laser ou injeções intravítreas. A identificação rápida através do teste do olhinho permite intervenções oportunas, melhorando significativamente o prognóstico visual e, no caso do retinoblastoma, a sobrevida do paciente.
As principais causas de leucocoria neonatal incluem catarata congênita, retinoblastoma, retinopatia da prematuridade (ROP) e persistência da vasculatura fetal. Todas requerem avaliação oftalmológica urgente.
O teste do olhinho (reflexo vermelho) detecta a leucocoria pela ausência ou alteração do reflexo vermelho normal, que indica uma opacidade no eixo visual. É um exame de triagem simples e vital para a saúde ocular do bebê.
A conjuntivite bacteriana afeta a superfície ocular, causando hiperemia, edema e secreção, mas não opacifica o cristalino ou o vítreo, estruturas que, quando alteradas, geram a leucocoria.
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