Leucemia Linfoide Aguda Pediátrica: Diagnóstico e Sinais

HPEV - Hospital Professor Edmundo Vasconcelos (SP) — Prova 2021

Enunciado

Menina, 4 anos de idade, chegou da Bahia há 2 meses com história de febre, adinamia e palidez há 1 semana. A mãe refere que a criança nunca comeu muito, mas piorou há 15 dias, está mais pálida e abatida, não quer brincar, sente dor nas pernas e na garganta. Febril todas as noites, não passa de 38°C (medida axilar). Há 3 dias piorou, com febre mais elevada e persistente ao longo do dia. Ao exame clínico: REG, descorado 2+/4+, hipoativa, com sopro sistólico suave +/4+. Presença de gânglios palpáveis em cadeias cervicais e axilar. Orofaringe: presença de placas esbranquiçadas. Abdome-fígado a 4cm RCD; baço a 2cm RCE. Presença de equimoses em mmii. Exames: hemoglobina = 7,8 mg/dL (VR: 11 - 13,5 mg/dL); hematócrito = 23% (VR: 35 a 45%); leucócitos: 30.000 (VR: 5.000 a 14.000) (0% bastões / 12% neutrófilos / 0% eosinófilos / 0% basófilos / 88% linfócitos / 0% monócitos) 70% linfócitos, atípicos. Plaquetas: 78.000 (VR: 150.000 - 300.000); VHS - 30mm (VR: 0 a 15mm); DHL: 800 UI/L (VR: 120 a 250 UI/L). A principal hipótese diagnóstica e a conduta para o caso são, respectivamente:

Alternativas

  1. A) Doença de Lyme; coleta de sorologia e retorno em 24 a 48h.
  2. B) Mononucleose infecciosa; coleta de sorologia e retorno em 24 a 48h.
  3. C) Leishmaniose visceral; internação, coleta de sorologia e mielograma.
  4. D) Leucemia aguda; internação e realização de mielograma.

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