SMS Curitiba - Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (PR) — Prova 2023
Sobre a Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA), assinale a alternativa INCORRETA:
LLA é o câncer mais comum em crianças, com pico de incidência entre 2 e 5 anos, não 7-10 anos.
A Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA) é a neoplasia pediátrica mais frequente, representando cerca de 75-80% das leucemias agudas na infância. Seu pico de incidência ocorre na primeira infância, geralmente entre 2 e 5 anos de idade, e não na faixa etária mais avançada mencionada na alternativa incorreta.
A Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA) é a neoplasia maligna mais comum na infância, representando um desafio diagnóstico e terapêutico significativo. Sua compreensão é fundamental para pediatras e oncologistas, dada a alta taxa de cura com o tratamento adequado. A epidemiologia da LLA mostra um pico de incidência na primeira infância, tipicamente entre 2 e 5 anos de idade, o que difere de outras neoplasias pediátricas. Clinicamente, a LLA manifesta-se por sintomas inespecíficos relacionados à falência da medula óssea, como anemia (palidez, fadiga), trombocitopenia (sangramentos, petéquias) e leucopenia (infecções, febre). A leucopenia febril é uma emergência oncológica que exige manejo imediato. O imunofenótipo é crucial para a classificação e prognóstico, sendo a linhagem B a mais frequentemente acometida. O diagnóstico é feito por mielograma e biópsia de medula óssea, com imunofenotipagem e citogenética. O tratamento é complexo, envolvendo quimioterapia intensiva em fases de indução, consolidação e manutenção. O prognóstico melhorou drasticamente nas últimas décadas, com taxas de cura superiores a 80% em crianças, mas o reconhecimento precoce e o manejo adequado das complicações são vitais.
A LLA é o câncer mais comum na infância, com pico de incidência geralmente entre 2 e 5 anos de idade.
As manifestações incluem anemia, trombocitopenia, leucopenia febril (emergência), linfadenopatia e hepatoesplenomegalia, resultantes da falha da medula óssea e infiltração de órgãos.
A linhagem B é mais comumente afetada na LLA, representando cerca de 80-85% dos casos, enquanto a linhagem T é menos frequente.
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