FESF-SUS - Fundação Estatal Saúde da Família (BA) — Prova 2020
São lesões que elevam o risco para câncer de mama:
Lesões mamárias proliferativas com atipia (HDA, CLIS) e algumas sem atipia (papiloma, cicatriz radiada, adenose esclerosante complexa) aumentam o risco de câncer de mama.
As lesões mamárias que elevam o risco para câncer de mama incluem as proliferativas sem atipia (como papiloma intraductal, adenose esclerosante complexa, cicatriz radiada) e, principalmente, as proliferativas com atipia (hiperplasia ductal atípica e carcinoma lobular in situ), que são consideradas lesões de alto risco.
A compreensão das lesões mamárias e seu potencial de malignidade é fundamental na prática clínica, especialmente para residentes em ginecologia, mastologia e patologia. As lesões da mama são classificadas em não proliferativas, proliferativas sem atipia e proliferativas com atipia, sendo estas últimas as que conferem maior risco para o desenvolvimento de câncer de mama. Lesões como a hiperplasia ductal atípica (HDA) e o carcinoma lobular in situ (CLIS) são consideradas marcadores de alto risco e podem exigir manejo específico, incluindo quimioprevenção ou acompanhamento mais rigoroso. Outras lesões, como o papiloma intraductal e a adenose esclerosante, quando presentes de forma complexa ou com atipias, também elevam o risco. É crucial que o médico saiba interpretar os achados de biópsias mamárias e correlacioná-los com o risco individual da paciente, a fim de propor a melhor estratégia de acompanhamento e rastreamento. A identificação precoce dessas lesões permite intervenções que podem prevenir ou diagnosticar precocemente o câncer de mama.
As lesões de alto risco incluem hiperplasia ductal atípica (HDA), carcinoma lobular in situ (CLIS), e algumas lesões proliferativas sem atipia como o papiloma intraductal múltiplo ou com atipia, e a cicatriz radiada.
O papiloma intraductal solitário sem atipia tem um risco levemente aumentado, mas o papiloma múltiplo ou com atipia, e o papiloma associado a hiperplasia atípica, conferem um risco significativamente maior para o desenvolvimento de câncer de mama.
A adenose esclerosante é uma lesão proliferativa sem atipia que, por si só, confere um risco levemente aumentado. No entanto, quando complexa ou associada a atipias, o risco pode ser maior, exigindo acompanhamento.
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