UNIFESO/HCTCO - Hospital das Clínicas de Teresópolis Costantino Ottaviano (RJ) — Prova 2016
Nas lesões do anel pélvico, é correto afirmar que:
Avulsão processo transverso L5 = sinal radiográfico de instabilidade mecânica em lesões do anel pélvico.
A avulsão do processo transverso da quinta vértebra lombar (L5) é um sinal radiográfico importante de instabilidade mecânica em lesões do anel pélvico. Isso ocorre porque o ligamento iliolombar, que se insere nesse processo, é um estabilizador chave da pelve, e sua lesão indica uma força significativa que pode comprometer a integridade do anel.
As lesões do anel pélvico são fraturas complexas que resultam de traumas de alta energia e podem estar associadas a hemorragias graves e lesões de órgãos internos. A avaliação da estabilidade mecânica do anel pélvico é fundamental para o planejamento do tratamento e para prever o prognóstico do paciente. A instabilidade pode ser rotacional ou vertical, e sua identificação é crucial. A avulsão do processo transverso da quinta vértebra lombar (L5) é um achado radiográfico importante que indica instabilidade mecânica do anel pélvico. Isso ocorre devido à lesão do ligamento iliolombar, que se insere nesse processo e é um estabilizador chave da junção lombossacra e da pelve. Sua avulsão sugere que forças significativas atuaram na região, comprometendo a integridade do anel. Para residentes, o domínio da interpretação radiográfica das fraturas pélvicas, incluindo as incidências especiais (inlet e outlet) e o reconhecimento de sinais de instabilidade como a avulsão de L5, é essencial. A compreensão da anatomia complexa da pelve e dos mecanismos de lesão permite uma abordagem diagnóstica e terapêutica mais precisa, minimizando complicações e otimizando a recuperação do paciente.
A avulsão do processo transverso de L5 é um sinal radiográfico crucial de instabilidade mecânica do anel pélvico. Ela indica uma lesão significativa do ligamento iliolombar, um importante estabilizador, sugerindo que forças de alta energia atuaram na pelve.
As incidências radiográficas inlet e outlet são as mais importantes para avaliar a deformidade rotacional e vertical do anel pélvico, respectivamente, sendo essenciais para determinar a estabilidade da fratura.
A fratura de Malgaigne é uma fratura instável do anel pélvico que envolve lesões anteriores e posteriores, resultando em instabilidade vertical e rotacional. A lesão em 'livro aberto' é um tipo de fratura pélvica instável caracterizada pela disjunção da sínfise púbica e lesão dos ligamentos sacroilíacos anteriores, levando à rotação externa dos hemipelve.
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