IOG - Instituto de Olhos de Goiânia — Prova 2021
Das situações abaixo, a condição em que é seguro fazer a sondagem vesical do paciente traumatizado sem maior investigação ou avaliação com urologista:
Sinais de lesão uretral (uretrorragia, equimose perineal, próstata alta) contraindicam sondagem vesical. Fratura fechada de pelve sem outros sinais não contraindica.
A sondagem vesical em pacientes traumatizados deve ser realizada com cautela, pois a presença de sinais de lesão uretral (uretrorragia, equimose perineal, próstata não acessível ao toque, fratura de pelve com grande deslocamento) contraindica o procedimento e exige avaliação urológica prévia. Uma fratura fechada de pelve, isoladamente, sem outros sinais, não é uma contraindicação absoluta.
A sondagem vesical é um procedimento comum no manejo do paciente traumatizado para monitorar o débito urinário e aliviar a distensão vesical. No entanto, sua realização exige cautela devido ao risco de lesão uretral, especialmente em traumas pélvicos. A identificação de sinais de lesão uretral é crucial para evitar agravar uma lesão existente ou criar uma nova. Os principais sinais que contraindicam a sondagem vesical incluem uretrorragia (sangramento pelo meato uretral), equimose perineal ou escrotal, e a próstata não palpável ou 'flutuante' ao toque retal. Fraturas de pelve, especialmente as com grande deslocamento ou instabilidade, também aumentam a suspeita de lesão uretral. Nesses casos, a sondagem está contraindicada e uma uretrografia retrógrada deve ser realizada para avaliar a integridade da uretra antes de qualquer tentativa de cateterização. É importante notar que uma fratura fechada de pelve, por si só, sem a presença de outros sinais de lesão uretral, não é uma contraindicação absoluta para a sondagem. A decisão de cateterizar deve ser baseada em uma avaliação clínica completa e na ausência de qualquer um dos sinais de alarme. Residentes devem dominar essa avaliação para garantir a segurança do paciente e evitar complicações iatrogênicas.
Os principais sinais são uretrorragia (sangramento no meato uretral), equimose perineal, hematoma escrotal, próstata não palpável ou 'flutuante' ao toque retal, e fraturas de pelve com grande deslocamento.
Se houver suspeita de lesão uretral, a sondagem vesical está contraindicada. Deve-se realizar uma uretrografia retrógrada para confirmar ou excluir a lesão antes de qualquer tentativa de cateterização.
Embora fraturas de pelve possam estar associadas a lesões uretrais, uma fratura fechada sem outros sinais clínicos de lesão uretral (como uretrorragia ou equimose) não impede automaticamente a sondagem. A decisão deve ser individualizada e baseada na avaliação clínica completa.
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