LIE-BG no Papanicolau: Conduta Segundo Diretrizes INCA

HSL/Sírio - Hospital Sírio-Libanês (SP) — Prova 2025

Enunciado

Mulher de 32 anos, sem doenças prévias, realizou seu terceiro exame de Papanicolau e, desta vez, foi identificada uma lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (LIE-BG). A médica explicou que não havia sinais infecciosos e de atrofia, portanto, sem necessidade de tratamento imediato. A paciente ficou preocupada e consultou um outro médico. Com base nos conceitos de rastreamento e investigação diagnóstica, as condutas esperadas deste segundo médico, segundo as diretrizes brasileiras do Instituto Nacional do Câncer (INCA), devem ser:

Alternativas

  1. A) Manter o programa de rastreamento, realizando o próximo Papanicolau em 6 meses.
  2. B) Encaminhar imediatamente a paciente para realizar colposcopia e posteriormente definir as estratégias para tratamento.
  3. C) Interromper o rastreamento, pois a lesão de baixo grau já foi identificada, implicando em conduta cirúrgica imediata.
  4. D) Orientar rastreamento anual por meio de colposcopia e biópsias seriadas.
  5. E) Manter o programa de rastreamento, realizando o próximo Papanicolau em 3 anos.

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