UEPA - Universidade do Estado do Pará - Belém — Prova 2025
Mulher com 26 anos apresenta o seguinte resultado no exame de colpocitologia oncótica do colo de útero: “Lesão Intra-Epitelial de Baixo Grau (LSIL)”. Segundo Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero a recomendação imediata para essa paciente deve ser:
LSIL em < 30 anos ou > 65 anos → repetir citopatológico em 6 meses conforme diretrizes brasileiras.
As diretrizes brasileiras para rastreamento do câncer do colo do útero recomendam a repetição do citopatológico em 6 meses para mulheres com LSIL, especialmente em faixas etárias específicas, para monitorar a regressão espontânea da lesão ou a persistência que justificaria investigação adicional.
LSIL é a Lesão Intra-Epitelial de Baixo Grau, uma alteração citopatológica comum no rastreamento do câncer do colo do útero, geralmente associada à infecção por HPV. Sua prevalência é maior em mulheres jovens, e a maioria regride espontaneamente. O rastreamento é crucial para a detecção precoce de lesões precursoras. O diagnóstico de LSIL é feito por colpocitologia oncótica (Papanicolau). Fisiopatologicamente, representa uma infecção produtiva pelo HPV, com alterações celulares que não atingem toda a espessura do epitélio. A suspeita deve levar à aplicação das diretrizes de seguimento. O tratamento ou conduta para LSIL, conforme as diretrizes brasileiras, é o seguimento citopatológico em 6 meses, especialmente em mulheres jovens. A colposcopia é reservada para casos de persistência da lesão ou progressão para lesões de alto grau, visando evitar intervenções desnecessárias.
Para mulheres jovens com LSIL, a conduta inicial recomendada pelas diretrizes brasileiras é repetir o exame citopatológico em 6 meses, devido à alta taxa de regressão espontânea dessas lesões.
LSIL indica alterações celulares no colo do útero que são geralmente causadas pela infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV) e representam um baixo risco de progressão para câncer.
A colposcopia é indicada se o LSIL persistir após o período de seguimento recomendado (geralmente 6 meses) ou se houver achados citopatológicos mais graves em exames subsequentes.
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