PSU-GO - Processo Seletivo Unificado de Goiás — Prova 2024
Analise as imagens a seguir, que representam uma ressonância magnética com alteração hepáticaNa alteração mostrada na figura, a conduta a ser adotada é a
Lesão hepática incidental benigna em RM → observação, sem biópsia ou ressecção desnecessária.
Lesões hepáticas incidentais, como hemangiomas ou hiperplasia nodular focal, frequentemente são benignas e não requerem intervenção invasiva se as características de imagem forem típicas. A observação é a conduta inicial para evitar procedimentos desnecessários e seus riscos.
Lesões hepáticas incidentais são achados comuns em exames de imagem realizados por outras indicações. A capacidade de caracterizá-las corretamente é fundamental para evitar procedimentos invasivos desnecessários e seus riscos. A prevalência de lesões benignas é alta, e muitas vezes não requerem intervenção. O diagnóstico diferencial inclui hemangiomas, hiperplasia nodular focal (HNF), adenomas e cistos simples. Cada uma dessas lesões possui padrões característicos em exames como ultrassonografia, tomografia computadorada e, principalmente, ressonância magnética com contraste. A suspeita de malignidade surge com características atípicas, crescimento rápido ou em pacientes com fatores de risco. A conduta para lesões hepáticas benignas tipicamente envolve observação com exames de imagem seriados, se necessário. Biópsia ou ressecção são indicadas apenas em casos de incerteza diagnóstica, crescimento significativo, sintomas ou suspeita de malignidade, visando sempre a segurança e o bem-estar do paciente.
As lesões hepáticas benignas mais comuns incluem hemangiomas, hiperplasia nodular focal (HNF) e cistos hepáticos simples, cada uma com características de imagem distintas.
A biópsia é geralmente reservada para lesões com características atípicas ou suspeitas de malignidade em exames de imagem, ou quando o diagnóstico não pode ser estabelecido de forma não invasiva.
A ressonância magnética é crucial para caracterizar lesões hepáticas devido à sua alta resolução de contraste, permitindo diferenciar lesões benignas de malignas e guiar a conduta.
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