Lesões Distais do Tronco de Coronária Esquerda: Desafios na ICP

Santa Casa de Ourinhos (SP) — Prova 2018

Enunciado

Avanços obtidos por meio de técnicas, instrumentais e conhecimentos, no âmbito da Cardiologia Intervencionista, trouxeram importantes contribuições à abordagem de pacientes com lesões em Tronco de Coronária Esquerda - TCE. As lesões localizadas em óstio e em corpo usualmente requerem o implante de apenas um stent, associando-se a alto índice de sucesso clínico e do procedimento. Sendo, contudo, INCORRETO que:

Alternativas

  1. A) A presença, a extensão e a complexidade anatômica da doença aterosclerótica em outros segmentos coronários também exercem importante impacto no prognóstico de pacientes com lesão em Tronco de Coronária Esquerda - TCE.
  2. B) Até 80% dos indivíduos com lesão em TCE apresentam acometimento multivascular, situação na qual a cirurgia de revascularização miocárdica - CRM oferece vantagens em termos de sobrevida livre de eventos quando comparada à ICP.
  3. C) O envolvimento distal do TCE (e dos óstios da artéria descendente anterior e da artéria circunflexa) é comum, ocorrendo em 60- 80% dos casos.
  4. D) Quando comparada Intervenção Coronária Percutânea - ICP em óstio e corpo, a abordagem percutânea de lesões distais em TCE associa-se a menor taxa de eventos cardíacos adversos (notadamente reestenose angiográfica e necessidade de nova revascularização) a médio e longo prazos.

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