Leptospirose Grave: Diagnóstico e Manifestações Clínicas

Afya Universidade Unigranrio - Campus Duque de Caxias — Prova 2018

Enunciado

Paciente masculino, 35 anos, pedreiro, morador de Mesquita, chega ao pronto-socorro com quadro de cefaléia e mialgias intensas que se iniciaram há 2 dias e estavam piorando progressivamente. No dia da consulta, notou urina escura e coloração amarelada na pele. Familiares referem que o paciente não viaja há mais de 6 meses, permanecendo em área urbana. Ao exame apresenta-se em regular estado geral, febril, letárgico, com força muscular e tônus muscular preservados, porém havia rigidez de nuca +/4+, icterícia +++/IV, petéquias subconjuntivais, fígado e baço não eram palpáveis. Colhido líquor, este era claro, com 98 leucócitos, sendo 80% de células linfomononucleares. Glicose e proteína eram normais. Não se observaram bactérias no GRAM; leucograma com 14.500 leucócitos; 20% bastões; 70% de segmentados e 0 (zero) eosinófilo e plaquetas=74.000; NA+ = 135 mEq/l; K+ = 2,0 mEq/l; creatinina = 5,2mg/dl; bilirrubina total de 12 mg/dl com 9,0 de direta. AST(TGO) e ALT(TGP) de 100 e 110 UI. Com esses dados, você pode considerar como principal hipótese:

Alternativas

  1. A) Febre Amarela.
  2. B) SIDA com infecção pelo Citomegalovírus.
  3. C) Dengue Visceral.
  4. D) Leptospirose.

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