CBO Teórica 1 - Prova de Bases da Oftalmologia — Prova 2010
Um objeto posicionado a 1 m de uma lente de +2 D tem sua imagem:
Objeto além do foco em lente convergente → Imagem sempre real e invertida.
Para uma lente de +2 D, o foco está a 0,5 m. Como o objeto está a 1 m (além do foco), a imagem formada é real e invertida.
O estudo da óptica geométrica é fundamental para a oftalmologia, pois explica como as lentes corretivas e o próprio sistema óptico ocular (córnea e cristalino) manipulam a luz. Lentes convergentes (positivas) são usadas para corrigir hipermetropia e presbiopia, trazendo o ponto focal para a retina. Compreender a natureza das imagens (real vs virtual) ajuda a entender o funcionamento de instrumentos como o oftalmoscópio indireto e a lâmpada de fenda.
A distância focal (f) é o inverso da potência dióptrica (D) da lente, expressa pela fórmula f = 1/D. Para uma lente de +2 dioptrias, f = 1/2 = 0,5 metros (ou 50 cm). Como o valor é positivo, trata-se de uma lente convergente. Se a dioptria fosse negativa, a lente seria divergente e o foco seria virtual.
As características da imagem dependem da posição do objeto em relação ao foco (f) e ao ponto antiprincipal (2f): 1. Objeto além de 2f: imagem real, invertida e menor. 2. Objeto em 2f: imagem real, invertida e de mesmo tamanho. 3. Objeto entre 2f e f: imagem real, invertida e maior. 4. Objeto no foco: imagem imprópria (no infinito). 5. Objeto entre o foco e a lente: imagem virtual, direta e maior.
Neste caso, a lente tem f = 0,5 m. O objeto está posicionado a 1 m, o que corresponde exatamente ao ponto antiprincipal (2f = 2 * 0,5 = 1 m). Seguindo as regras da óptica geométrica, quando o objeto está no ponto 2f de uma lente convergente, a imagem formada do outro lado da lente também estará a uma distância 2f, sendo real, invertida e de mesmo tamanho que o objeto.
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