Leishmaniose Visceral: Manejo da Recidiva em Pediatria

UFMA/HU-UFMA - Hospital Universitário da UFMA (MA) — Prova 2017

Enunciado

Menor, 1 ano e 2 meses de idade, retorna ao ambulatório. Segundo informações maternas, a criança tem apresentado febre há 20 dias, intermitente, moderada, acompanhada de palidez cutâneo-mucosa acentuada, com esplenomegalia. A criança fez tratamento prévio para calazar com sinais de gravidade (icterícia e sangramentos), com anfotericina B lipossomal há 4 meses. Fez hemograma no dia seguinte com presença de leucócitos totais de 2.300/mm³ (30% de neutrófilos e 70% de linfócitos típicos) e, em seguida, foi colhido teste rápido para calazar, sendo positivo. Diante do caso, tratando-se de provável recidiva de calazar sem sinais de gravidade, a conduta mais CORRETA é:

Alternativas

  1. A) Iniciar tratamento com anfotericina B lipossomal.
  2. B) Iniciar tratamento com antimoniato de N-metilglucamina (Glucantime®).
  3. C) Iniciar tratamento com anfotericina B convencional, pois provavelmente é um caso de refratariedade ao tratamento. 
  4. D) Acompanhar ambulatorialmente o menor semanalmente com avaliação periódica do hemograma.
  5. E) Realizar mielograma e só tratar se apresentar presença de amastigotas de Leishmania sp.

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