IOG - Instituto de Olhos de Goiânia — Prova 2015
Assinale a alternativa CORRETA:
Leishmaniose visceral → controle vetorial foca na fase adulta do mosquito (flebotomíneo) com inseticidas.
O controle da leishmaniose visceral é complexo e envolve diversas estratégias. O controle químico dirigido à fase adulta do vetor (flebotomíneo) é uma das medidas mais eficazes para reduzir a população de mosquitos e, consequentemente, a transmissão da doença, especialmente em áreas endêmicas.
A leishmaniose visceral (LV) é uma doença parasitária grave, endêmica em diversas regiões do Brasil, causada por protozoários do gênero Leishmania e transmitida pela picada de flebotomíneos infectados. O controle da LV é um desafio de saúde pública e envolve uma abordagem multifacetada. Uma das estratégias mais importantes é o controle vetorial, que visa reduzir a população do mosquito transmissor. O controle químico, com o uso de inseticidas, é direcionado principalmente à fase adulta do flebotomíneo (mosquito-palha), que é a fase infectante. A aplicação de inseticidas residuais em paredes de domicílios e abrigos de animais é uma medida eficaz para eliminar os vetores que repousam nessas superfícies. Além do controle químico, outras medidas incluem o manejo ambiental para eliminar locais de proliferação do vetor, a proteção individual contra picadas, o diagnóstico e tratamento precoce de casos humanos, e o controle de reservatórios caninos, que são importantes fontes de infecção para os mosquitos. A compreensão dessas estratégias é fundamental para o controle epidemiológico da doença e para a prática médica em áreas endêmicas.
O principal vetor da leishmaniose visceral no Brasil é o Lutzomyia longipalpis, um flebotomíneo conhecido popularmente como mosquito-palha.
Outras medidas incluem o manejo ambiental para eliminar criadouros, proteção individual (telas, repelentes), diagnóstico e tratamento precoce de casos humanos, e controle de reservatórios caninos (eutanásia ou tratamento, conforme diretrizes).
O controle da fase adulta é prioritário porque são os mosquitos adultos fêmeas que picam e transmitem a doença. A aplicação de inseticidas residuais em áreas de repouso dos vetores é uma estratégia eficaz para reduzir a população de mosquitos infectantes.
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