HMDI - Hospital e Maternidade Dona Iris (GO) — Prova 2022
O termo leishimaniose engloba múltiplas síndromes clinicas. As mais notáveis são visceral, cutânea e mucosa, que resulta de infecção de macrófagos pelo sistema reticuloendotelial, na derme e na mucosa nasofaríngea, respectivamente. Sobre a leishimaniose, responda as questões abaixo: Sobre a doença é verdadeiro afirmar:
Leishmaniose: protozoário intracelular obrigatório, transmitido por flebotomíneos, endêmica em >90 países, >20 espécies causam doença.
A leishmaniose é uma doença complexa causada por protozoários do gênero Leishmania, que são parasitas intracelulares obrigatórios de macrófagos. Sua transmissão ocorre através da picada de flebotomíneos infectados, e a doença é endêmica em diversas regiões tropicais e subtropicais, com múltiplas espécies envolvidas na patogênese humana.
A leishmaniose é um grupo de doenças parasitárias complexas causadas por protozoários do gênero Leishmania, que são parasitas intracelulares obrigatórios de macrófagos. A doença se manifesta em múltiplas síndromes clínicas, sendo as mais notáveis a leishmaniose visceral (LV), cutânea (LC) e mucocutânea (LMC). A LV afeta o sistema reticuloendotelial, a LC a derme e a LMC as mucosas nasofaríngeas, refletindo a tropismo das diferentes espécies. A transmissão da leishmaniose ocorre através da picada de fêmeas de flebotomíneos infectadas, popularmente conhecidos como mosquito-palha. A doença é um problema de saúde pública global, sendo endêmica em áreas focais de mais de 90 países tropicais e subtropicais. Estima-se que cerca de 20 espécies de Leishmania sejam patogênicas para humanos, o que contribui para a diversidade de manifestações clínicas e desafios diagnósticos e terapêuticos. Para residentes, é crucial compreender a epidemiologia, as formas clínicas e o ciclo de vida do parasita. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são essenciais para evitar complicações graves, especialmente na forma visceral, que pode ser fatal se não tratada. A prevenção envolve o controle do vetor e a proteção individual em áreas endêmicas.
A leishmaniose é transmitida pela picada de fêmeas de flebotomíneos (mosquito-palha) infectadas com protozoários do gênero Leishmania, que são parasitas intracelulares obrigatórios.
As principais formas clínicas são a leishmaniose visceral (calazar), que afeta órgãos internos como baço e fígado; a leishmaniose cutânea, com lesões na pele; e a leishmaniose mucosa, que acomete mucosas do trato respiratório superior.
A leishmaniose é uma doença endêmica em áreas focais de mais de 90 países, principalmente em regiões tropicais e subtropicais da América Latina, África, Ásia e sul da Europa.
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